Últimas Palavras

January 2, 2006

@Deprecated

Arquivado em: Diversos

Pois é, agora morreu :D

Finalmente terminei de migrar tudo para o novo blog (agora com servidor e domínio próprios), é só ir dar uma olhada em http://maujr.org/.

Vejo você lá! :P

December 13, 2005

Mais um presente de natal…

Arquivado em: Diversos, Programação

Aardvark ProjectEsse sim daria um presentão de natal!

O grande Joel Spolski mostrou o que qualquer aprendiz de programador sempre quis saber, como é que as pessoas desenvolvem um software.

No início do ano ele havia dito que estava procurando por alguém que trabalhasse com cinema pra fazer um documentário. Ele queria alguém pra fazer a gravação de todo o Aardvark Project, que além de ser um produto real da FogCreek Software foi resultado de um programa de “estudos de verão” pra o pessoal que ainda está na faculdade. O projeto Aardvark já era conhecido de quem costuma ler o material do Joel, porque ele já havia publicado a especificação do projeto em seu site, mas ter um documentário completo de como foi o desenvolvimento realmente é uma coisa de outro mundo.

Eu não tenho certeza pra dizer, mas eu acho que ninguém nunca tinha feito uma coisa tão maluca e tão interessante assim pro desenvolvimento de software. Ver como os caras ficam dia e noite pensando e tentando resolver os problemas e desenvolver o software deve ser realmente uma experiência incrível, especialmente pra quem nunca trabalhou desse jeito. Realmente é um ótimo presente de natal e eu vou providenciar o meu o mais rápido possível :D

Só tem um problema, nada de legendas né, quem não sabe nadinha de inglês vai perder uma grande experiência :P

Você encontra o DVD aqui (eles bem que podiam botar na Amazon né…): Aardvark’d - 12 Weeks With Geeks

December 4, 2005

Sorte com carros

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Carro detonadoA minha boa sorte com veículos de 4 rodas é notável. Em três anos de carteira, já foram 2 acidentes sérios (o carro não andava, mas ninguém se feriu) e mais algumas diversas batidas mais leves (algumas por minha culpa outras não), sem contar, é claro, as coisas absurdas que costumam acontecer quando eu estou no volante.

Domingo, de noite, chuva forte, visibilidade quase zero, em alta velocidade na rodovia, surge de repente uma alma atravessando a pista empurrando uma bicicleta, sem nem perceber o que vinha ao encontro dele. Se ele olhasse, provavelmente ia ver um esqueleto vestindo um manto negro e com uma foice na mão, dizendo “VENHA PRA CÁ”, com aquela voz de caixão cheio de pó (você consegue imaginar uma voz de caixão empoeirado?). Mas na verdade era eu no volante, morto de susto mas ainda com reflexos o suficiente pra me manter na pista e rezar pra ele passar rápido o suficiente, já que se eu freiasse o carro ia pro brejo (na verdade, pro mangue).

Esse sábado não poderia ser diferente. Saí da casa da patroa pela frente do shopping, o engarrafamento estava terrível. No anda-e-pára do caminho, dei uma olhada no medidor de gasolina do carro (eu tinha acabado de colocar 30 reais no tanque) e ele estava marcando praticamente vazio. Me desesperei, ia ficar no meio da rua e sem gasolina, vergonha dupla. Não tinha mesmo o que fazer, continuei esperando no anda-e-pára, até que finalmente consegui sair.

Parti correndo pra o posto de gasolina mais próximo e a luz da bateria estava acesa, o que indicava que a bateria estava com problemas, mas o meu maior problema na hora era a gasolina. Parei no posto e mandei o frentista colocar mais 15 reais, o suficiente pra chegar em casa. Ele terminou, eu paguei e tentei ligar o carro. Nada. Nem um salto. Nem um barulho. O lugar mais calmo do mundo. O carro morreu, não ligava mais.

Empurrando o carroPedi ajuda ao frentista pra tentar sair de segunda e funcionou. Saí, dessa vez ainda mais apressado, com medo de ficar na rua mais uma vez e, de repente, no meio de uma das ruas mais movimentadas de João Pessoa (a Epitácio Pessoa), o carro todo apaga. Todas as luzes deixam de funcionar e eu fico na mais completa escuridão. Todos os marcadores deixam de funcionar e até pra passar as marchas eu tinha que ficar escutando o barulho do motor. Perfeito, só faltava agora aparecer uma batida da PM pra me parar e tomar a minha carteira.

Segui no caminho, com tudo no escuro e o carro querendo ficar no meio da rua, sem contar o medo de ser pego por algum agente de trânsito e ganhar mais o presente da multa, mas cheguei em casa inteiro (pelo menos as mãos né, que eu to digitando aqui :) ). Acho que tem alguém querendo muito que eu não dirija mais na minha vida… imagina, meu sonho desde criança é ser piloto de corrida! Desse jeito eu não passo nem da primeira :(

(Tem coragem de andar comigo no volante? :P )

November 23, 2005

Eu odeio o Bradesco

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Poucas coisas são mais terríveis do que uma fila que não anda. Uma delas é ficar em uma fila que não anda e descobrir que você não pode fazer o que imaginava que ia fazer…

Fui ao Banco Postal hoje (é um correspondente bancário do Bradesco nas agências dos correios) fazer um depósito identificado. Eu já havia feito vários pagamentos e até mesmo depósitos normais (os não identificados) na agência, que fica pertinho aqui de casa (a agencia Água Fria). Chegando na agência, com uma fila enorme (o que não é comum, pelo menos quando eu vou pegar minhas encomendas lá…) exatamente para o caixa do Banco Postal. Já eram duas e meia da tarde, o que significava que os bancos fechariam em 30 minutos (não tem horário de verão na Paraíba), depois de 25 minutos de espera, finalmente chega a minha vez.

Tiro o dinheiro e o papel com os números da conta e da agência e digo ao atendente que eu quero um depósito identificado, ele prontamente olha pra minha cara e diz, “Não fazemos depósitos identificados aqui, próximo!”. Eu olhei pra ele já pronto pra pular no pescoço e quebrar ele no meio, mas na mesma hora vi o relógio e lembrei que o banco mais próximo de lá fica a uns 10 minutos de viagem, chamei um palavrão com ele e saí correndo com o carro pra a agência do maldito banco Bradesco na Epitácio Pessoa.

Chegando lá, já atrasado e com as portas fechadas, como eu já esperava. O banco atrasa a sua vida, mas ele nunca se atrasa pra fechar. Fui para o caixa eletrônico fazer o depósito naquelas maquininhas terríveis. Eu, cliente a mais de 3 anos do BB, acostumado com com uma interface amigável, me assustei com a bizarrice da interface do auto-atendimento do Bradesco.

Nenhum botão pra iniciar o depósito nem nenhuma indicação na tela do tipo “Aperte qualquer botão para começar”, seguindo a lógica apertei um botão aleatoriamente e a máquina não respondeu com nada, continuou com a mesma imagem horrível, apertei mais uma vez e nada, então parti pra violência apertando vários botões, várias vezes. Foi então que o “monstro” do outro lado da tela resolveu me responder. Ainda com uma interface horrível , fui caminhando pelos menus até chegar a depósito em conta-corrente.

Chegando a parte do depósito a coisa ficou realmente preta. Haviam três campos a serem preenchidos, “Agência”, “Conta” e “Dígito”, mas eu tinha quatro números a digitar, o número da agência, o dígito da agência, o número da conta e o dígito da conta. Como eu ainda não tenho o poder de adivinhar o que deveria ser feito, digitei o número da agência, o número da conta e no último campo (o “Dígito”) eu digitei o dígito da conta. “Enter” mais uma vez e chegamos na parte de indicar o valor, indiquei o valor do depósito e “Enter” denovo. Lá vem a tela de “Aguarde processamento” e de repente a mensagem incrível, “Essa conta não aceita esse tipo de operação”.

UAU!

Poucas vezes tive uma mensagem de erro tão maravilhosa, “Essa conta não aceita esse tipo de operação”, disse tudo, resolveu o meu problema do dia. Lutei mais duas vezes com o caixa-eletrônico, procurei alguém do atendimento do banco que pudesse me ajudar, dei umas pancadas na maldita máquina e nada. Fiquei sem depositar o dinheiro e ainda vou pagar juros porque “Essa conta não aceita esse tipo de operação”. Existe isso?

Sempre tive horror ao Bradesco, filas terríveis, atendimento abaixo da média, caixas eletrônicos da idade da pedra lascada, mas essa impossibilidade de depósito sem noção nenhuma foi a gota d’agua. Bradesco, se Deus quizer, nunca mais!

PS: Já percebeu o quanto o símbolo do Bradesco parece com as torres gêmeas sendo atacadas pelos aviões da Al Qaeda?

Bradesco ou ataque ao World Trade Center?

Engraçado, não?

November 21, 2005

Título Estranho

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Iced Earth - Horror ShowAntes que alguém se pergunte (ou pense besteira a respeito da url do Blog) eu explico o que é =D

“Ghost of Freedom” é uma das várias baladas do Iced Earth (está no disco Horror Show) que eu adoro ouvir. Mesmo sendo uma banda de Heavy Metal Tradicional, com influências fortes de Thrash Metal, eles não negam as influências das grandes bandas de Hard Rock americanas e demonstram isso nas baladas “pesadas” e extremamente emocionais.

“Ghost of Freedom” fala de uma pessoa que perdeu seu pai e vive procurando pelos motivos da morte dele. Um dia seu pai aparece como espírito e diz que nunca saiu de seu lado e que ele não está morto e sim ajudando outros espíritos que morreram na guerra a encontrar a paz e a liberdade. Como eu estava ouvindo a música na hora que estava fazendo esse blog, achei que esse nome ficaria bem e aqui está ele.

Se você não conhece o Iced Earth, dê uma chance e escute algumas músicas. Se você se intressa mais por baladas, ouça “Melancholy (Holy Martyr)”, “I Died For You” ou “When The Eagle Cries”, se gosta de coisas mais “movimentadas”, ouça “Disciples of the Lie”, “Wolf” ou “Don’t Thread On Me”. Garanto que você não vai se arrepender =D






















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