Se a preguiça não matar…
É estranho, mas cada dia que passa eu fico mais assustado com o tamanho da preguiça das pessoas na área de informática. Participo de várias listas e fóruns sobre Jornalismo e em nenhum deles as pessoas surgem com pedidos como esse, esse ou esse aqui. Na maioria das vezes as pessoas vem com dúvidas de não saber onde encontrar uma informação específica (como um dia desses onde uma pessoa perguntou como poderia ter acesso ao arquivo da Veja), elas não costumam pedir o trabalho pronto a ninguém e mesmo assim ainda levam a clássia “procura no Google!”.
É claro que a educação e o acesso a informação no Brasil não é uma maravilha, mas a quantidade absurda de “cursinhos” na área de informática está formando cada vez mais profissionais incompetentes que mal sabem onde começar a procurar por soluções quando encontram problemas. Esse tipo de profissional formado “naquela” faculdade vai trabalhar por muito menos que uma pessoa que se deu ao trabalho de aprender alguma coisa trabalharia, não vai render o esperado e o mais provável é que ele termine na rua antes mesmo de conseguir juntar algum trocado.
Com isso, empresas vão ficar com um receio cada vez maior em investir alguma coisa em “pessoal” e vão se voltar para o “ferramental” da coisa, colocando mais dinheiro e esforços no domínio de ferramentas mágicas (como as famigeradas ferramentas RAD) do que em profissionais capacitados, que a cada dia estão mais difíceis de ser encontrados. No fim, teoricamente sai mais barato investir em ferramentas do que em pessoas, além de ser bem mais confiável, já que o conhecimento não está mais em alguém que pode simplesmente ir embora, mas em uma ferramenta que vai continuar ali enquanto ela for necessária (ou enquanto for possível pagar por ela).
Entretanto, como já disse o mestre Joel Spolski, cedo ou tarde as ferramentas chegam a um limite (costumeiramente mais cedo do que tarde) e como as “pessoas” envolvidas na criação e no desenvolvimento da aplicação não tem condições de chegar mais “longe”, porque a “ferramenta” sempre fez o trabalho e eles não conseguem entender o que está além da abstração, e nós terminamos mais uma vez no primeiro problema, pessoas que não tem capacidade para resolver os problemas que aparecem.
Se é realmente necessário fazer alguma coisa, é melhor pegar os 2 melhores do que 10 idiotas, porque os dois melhores vão trabalhar em conjunto, evoluindo juntos, enquanto os 10 idiotas vão terminar trabalhando um contra o outro e provavelmente nunca vão chegar a um resultado realmente útil.
Se você não sabe como fazer e é seu trabalho fazer, não peça pra que os outros façam por você, procure ajuda para lhe encaminhar, não para fazer no seu lugar, porque um dia pode ser que não haja mais ninguém intressado em lhe ajudar. Ou pior ainda, os outros podem estar querendo é lhe ferrar =D
Abra os olhos!
Eu não botava muita fé no novo World of Darkness (WoD) da
O livro indica que uma abordagem para a introdução ao jogo é o jogador começar como uma pessoa comum, que não conhece as verdadeiras forças por trás dos acontecimentos e vai tomando conhecimento do mundo ao seu redor lentamente, até que finalmente ele pode despertar como uma criatura sobrenatural (vampiro, lobisomem, mago e etc) ou continuar apenas como um humano que “sabe demais”. Esse modo de jogo vai até facilitar a integração do personagem e do jogador ao novo mundo, já que ambos não conhecem as novas realidades do WoD.
Uma coisa que eu nunca esperava fazer na minha vida era dar fim em coisas que eu não estou mais usando, até mesmo as que eu não gostava de usar. Sempre fui muito apegado as “minhas coisas”, mas parece que finalmente criei vergonha na cara e comecei a vender uns livros velhos que eu não uso mais, tanto de RPG como de programação.
Em um movimento absolutamente estranho, os desenvolvedores chefes dos projetos WebWork e Struts
Esse movimento pode ser o resultado da tensão entre os vários grupos e pessoas envolvidas na criação do projeto Shale e Clarity, especialmente a alta-cúpula do Struts que votou pela não efetivação do Struts Shale como uma provável “segunda versão” do mais conhecido e utilizado framework web Java. Outro fato estranho, era que a cúpula do Struts havia votado contra mudanças muito grandes no framework, para evitar problemas de compatibilidade, mas agora eles resolvem fazer do novo Struts um framework completamente novo.
E enquanto “os outros” continuam nesse combate desnecessário, a
Depois de muita luta (e de muito fugir do arquivo que me esperava =] ), terminei a segunda parte do material de introdução ao 
Antes que alguém se pergunte (ou pense besteira a respeito da url do Blog) eu explico o que é =D